segunda-feira, 30 de abril de 2012

Victor Hugo - ... o homem conformista.


"Para que o homem conformista dê certo, é preciso começar cedo. (...) Os comprachicos não tiravam simplesmente da criança seu rosto, mas também sua memória. A criança não tinha consciência da mutilação que tinha sofrido. (...) Podia ae lembrar que um dia tinha sido pega por homens, depois adormecido, e que então a tinham curado. Curado de quê? Ela ignorava. 

 O homem que ri, 1869

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Tristania : Angellore & Cease To Exist







Angellore

When summer's gone flee my angel

Winterwinds they might lead you far away

Beyond the pale horizon, a greaven silence

Over dreams to my heart yet not remain
Oh please believe
It's in her eyes
It is inside
It's in her heart, the same relation from which
I once led astray
Oh please believe
It's in her eyes
It is inside
It's in her heart, the same delightful place
I once felt in you
Angellore revered at dusk
For thee I rose, now descend all alone
Rise for me, soothe my heart
So wide a sea, may I overcome
Into the night strays an angel
So lost and tearful all astray
Into the night strays an angel
So lost and tearful all astray
Lo where's the pale horizon
Oh where is dyingness
You reach for me beyond so wide a sea
Oh please believe
It's in her eyes
It is inside
It's in her heart, the same desire
I feel burning in me
Oh please believe
It's in her eyes
It is inside
It's in her heart, the same desire from
The empty pain within
Rise for me, soothe my heart
So wide a sea, may I overcome
Deep as the sea, wailing secrecies are burning in me
For a dream I once desired
I bequeth my sorrow and I regret to thee
Cannot cross that wide a sea
Angellore revered at dusk
For thee I rose, now descend all alone
Rise for me, soothe my heart
So wide a sea, may I overcome




Sabedoria Angelical
Quando o verão se foi, fugiu meu anjo
Ventos de inverno podem levá-lo longe
Além do horizonte pálido, um silêncio fúnebre
Nos sonhos de meu coração já não estão

Oh, por favor, acredite
Está em seus olhos
Está dentro
Está em seu coração, a mesma relação de que
Eu uma vez desviei
Oh, por favor, acredite
Está em seus olhos
É dentro
Está em seu coração, o mesmo lugar encantador
Que já senti em você

Angellore reverenciado ao entardecer
Por ti me levanto, agora desço sozinho
Me alcance, acalme meu coração
Tão vasto mar, posso superar
Noite adentro vagam os anjos
Tão perdidos e chorosos se perdem

Noite adentro vagam os anjos
Tão perdidos e chorosos se perdem
Eis o horizonte pálido
Oh, onde está a morte
Você chegou a mim além de um oceano

Oh, por favor, acredite
Está em seus olhos
Está dentro
Está em seu coração, a mesma relação de que
Sinto queimando em mim
Oh, por favor, acredite
Está em seus olhos
Está dentro
Está em seu coração, o mesmo desejo
Da dor vazia por dentro

Me alcance, acalme meu coração
Tão vasto o mar, posso superar

Profunda como o mar, lamentando segredos que queimam em mim
Por um sonho eu desejei
Deixar minha tristeza e lamentar a ti
Não posso atravessar este vasto oceano

Angellore reverenciado ao entardecer
Por ti me levanto, agora desço sozinho
Me alcance, acalme meu coração
Tão vasto mar, posso superar







Cease To Exist

A velvet breath of life
enchants the garden of delight
Her voice within these winds
The flower so serene
Her cold and silent wail
Descend like midsummer rain
Bury my heart in thine
A taste of heavens wine
Beneath a fullmoon bright
she comes with gowns flowing wide
With bloodlike lips of faun
Enchanting eyes of dawn
Towards the moon she gaze
A lonely tear runs down her face
For all she lost in life
buried so deep inside...
Leaves dance in her precious eden
where she lies deep
Her loss in life engraved
in dusk and angeltears
Enlight in night within me
Lead me there
where my heart lies buried
beneath the seven seas

Parar de Existir

Um sopro de vida aveludado
Encanta o jardim do deleite
A voz dela dentro desses ventos
A flor tão serena
Sua fria e silenciosa lamúria
Descendo como chuva de solstício de verão
Sepulta meu coração no teu
Um gosto do vinho do paraíso

Sob um brilho de lua cheia
Ela vem com vestidos flutuando vastamente
Com lábios como sangue de Fauno
Encantadores olhos do amanhecer
Ao redor da lua ela observa
Uma estrela solitária decai sua face
Por tudo o que ela perdeu em vida
Sepultada tão profundamente dentro
Folhas... Dançam em seu precioso éden
Onde ela jaz profundamente
A perda dela na vida esculpida
No crepúsculo e lágrimas de anjo

Ilumine a noite dentro de mim
Guie-me até lá
Onde meu coração jaz sepultado
Sob os sete mares?

sábado, 24 de março de 2012

Music of the Ancient Sumerians, Egyptians & Greeks - ensemble De Organographia.





Este cd, produzido originalmente em 1999, consiste em recriações da música das civilizações suméria, egípcia e grega. Não "exatamente como eram executadas" em seu tempo. Essa perfeição e certeza absolutas são impossíveis. Há uma certa dose de improvisação que, todavia, está fundamentada nas notações da época e demais escritos da antiguidade (inscrições, papiros, descrições de autores clássicos como Plutarco e Apuleio). Existe preocupação com o rigor histórico e estético, mas sem obsessões cientificistas.
Desse modo, o ensemble De Organographia De, formado por Philip Neuman e Gayle Stuwe Neuman, apresenta uma experiência verdadeiramente única, num repertório que abrange o período entre os IIIº milênio  a. C. e o IVº século d. C.  O projeto envolve grande variedade de instrumentos: Aulos (que consiste em dois tubos de madeira, caniço ou osso, abertos nas extremidades e dotados de orifícios e palhetas) , Lyra (Lira), kithara (a lira ornamentada do músico profissional), siringe (flauta de pã), siringe monokalamos (flauta vertical), trichordon ( pequeno alaúde de três cordas), psythirã (chocalho), tympanon (tambor), kymbala (pratos) e salpinx (trompete), entre outros.


01 – Musical Excerpts – Anon. (2nd C. AD)
02 – Lament – Anon. (2nd or 3rd C. AD)
03 – Fragment 1 – Anon. (2nd C. AD)
04 – Paean – Anon. (3rd or 4th C. AD)
05 – Trochaic Fragment – Anon. (3rd C. AD)
06 – Four Settings from Menander s Epitrepontes – Anon. (3rd C. AD)
07 – Excerpts mentioning Eros and Aphrodite – Anon. (2nd or 3rd C. AD)
08 – Musical excerpt – Anon. (3rd C. AD)
09 – Hypolydian excerpt – Anon. (2nd or 3rd C. AD)
10 – Fragment 3 – Anon. (3rd C. AD)
Sumero-Babylonian
11 – A Zaluzi to the Gods – Anon. (c. 1225 BC)
12 – Hurrian Hymns 19, 23 – Anon. (c.1225 BC)
13 – Hurrian Hymns 13, 12 – Urhiya-Anon. (c. 1225 BC)
14 – Hurrian Hymn 2 – Anon. (c. 1225 BC)
15 – Hurrian Hymn 8 – Urhiya (c. 1225 BC)
16 – Hurrian Hymn 5 – Puhiya(na) (c. 1225 BC)
17 – Hurrian Hymn 4, 21, 22 – Anon. (c. 1225 BC)
18 – Hurrian Hymn 7, 10 – Anon. (c. 1225 BC)
19 – Hurrian Hymn 16, 30 – Anon. (c. 1225 BC)
20 – Musical Instructions for Lipit-Ištar, King of Justice (c. 1950 BC)
Egyptian Music
21 – Trumpet Call, after Plutarchl – Anon Plutarch
22 – Isis Sistrum Rhythm – Anon Apuleius
23 – Theban banquet scene – Anon. (14th C. BC)
24 – Harp Piece (A) – Anon. (7th or 6th C. BC)
25 – Harp Piece (B) – Anon. (7th or 6th C. BC)


02 – Lament




04 – Paean 




11 – A Zaluzi to the Gods – Anon. 




23 – Theban banquet scene – Anon.  



terça-feira, 13 de março de 2012

Pantera - Planet Caravan.



Um dos melhores covers do Black Sabbath. O conceito do vídeo em torno a semente cósmica que povoa planetas com formas de vida também é magnífico.  Combinação perfeita entre concepção visual e o clima da música.



Planet Caravan


We sail,
through endless skies,
stars shine like eyes,
the black night sighs.
The moon,
in silver trees,
falls down in tears,
light of the night.
The Earth,
a purple blaze,
of sapphire haze,
in orbit always.


While down,
below the trees,
bathed in a coll breeze,
silver starlight breaks down the night.
And so,
we pass on by,
the crimson eye,
of great god Mars,
as we travel...
the universe...


Nós velejamos,
Por céus infinitos
As estrelas brilham como os olhos
A noite escura suspira.
A lua,
Em árvores prateadas
Cai em lágrimas
A luz da noite.
A terra,
Uma chama púrpura
De uma neblina cor de safira
Sempre em órbita.
Enquanto desce,
Dentre as árvores
Banhada na brisa fresca
A luz prateada das estrelas rompe a noite.
E então,
Nós passamos perto,
Do olho vermelho
Do grande Deus Marte
Enquanto viajamos
Pelo universo...

segunda-feira, 12 de março de 2012

Jean Giroud 'Moebius' - 1938-2012




Apresento uma modesta galeria da produção de Jean Giraud, mais conhecido como Moebius, desenhista e roteirista francês que perdemos há pouco, no dia 10 de março de 2012. É um convite para os leitores conhecerem sua vasta produção.

O legado de Moebius como desenhista, escritor e artefinalista é extenso e também transcende o universo das histórias em quadrinhos, englobando o cinema, onde colaborou no design e concepção visual de diversos filmes (entre eles Alien, Tron, "The Abyss" ("O segredo do abismo" e "The Fifth Element " "O Quinto Elemento", onde esteticamente é o que mais se aproxima de seu universo criativo, embora longe de ser um filme brilhante).

Formado na escola européia, Moebius também dialogou brevemente com a tradição norte-americana e japonesa. Bastante significativo é o seu Surfista Prateado, belíssima graphic novel roteirizada por outro gigante, Stan Lee.

O poder imagético de seu estilo é imenso. Viajamos pelo velho oeste americano e por mundos futuristas e imaginários. As aventuras do tenente Blueberry remtem ao melhor do western norte-americano e italiano (um toque de John Ford, Sergio Leone e Clint Eastwood). Sua ficção científica e fantasia estão repletas de referências futuristas, art nouveau, surrealismo expressionismo e diversas outras escolas reelaboradas com maestria, além de elementos orgânicos próximos a arte de HR Giger. Humor mordaz, com crítica social e um erotismo elegante calcado na celebração do corpo humano sempre estão presentes em seus roteiros.

Há um bom artigo no site Universo HQ abordando a trajetória de Jean Giraud. Creio que a melhor forma de homenageá-lo é conhecer ou redescobrir suas obras.


























domingo, 11 de março de 2012

Heaven's Gate (O Portal do Paraíso) direção de Michael Cimino, 1980





Durante os preparativos para a comemoração dos 500 anos do “Descobrimento” do Brasil corria um boato de que um filme que reconstituiria historicamente o acontecimento estaria entre os eventos elencados para o ano 2000. Não era uma informação que ocupasse lugar de destaque na mídia. Apenas poucas linhas. O projeto, segundo alguns, recebeu o título provisório de “Gonçalo”, nome do grumete de uma das naus. Seria, portanto, uma história contada sob o ponto de vista de um simples marinheiro. Aventava-se a hipótese do personagem ser interpretado por Antonio Banderas. A direção ficaria a cargo do norte-americano Michael Cimino. No entanto, do tal empreendimento, que envolveria capital europeu, brasileiro e estadunidense, nunca mais se falou. Creio que pouquíssimas pessoas se recordam destes boatos. Caíram no esquecimento, assim como o nome de Michael Cimino.

Nascido em New York em 1939, Cimino iniciou sua trajetória como roteirista. Em 1974 rescreveu e dirigiu o policial Thunderbolt and Lightfoot  (no Brasil O Último Golpe). Em 1978 dirigiu The Deer Hunter,  O franco atirador. Grande sucesso de público e crítica, o filme, entre outros prêmios, recebeu 5 Oscar, incluindo o de melhor diretor para o cineasta novaiorquino.

Pela sua visão pessimista e crítica da sociedade americana, em especial aos aspectos violentos que atravessam sua história, Cimino pertence a um grupo de realizadores talentosos como Arthur Penn, Sam Peckinpah, William Friedkin e Don Siegel. E o conjunto de sua breve obra (sete filmes num espaço de 22 anos) e a genialidade de sua pode, sem exageros, colocá-lo ao lado de Francis Ford Coppola, Martin Scorcese, John Huston, John Ford entre outros mestres.

Todavia, seu caráter centralizador, irascível, perfeccionista e o gosto em escavar e expor aspectos sombrios e incômodos da história norte-americano contribuíram para abortar seu desenvolvimento. Soma-se a isto as intricadas relações de poder e dinheiro da industria cultural.

Após o enorme êxito de The Deer Hunter, Cimino ganhou carta branca para fazer seu próximo filme do jeito que quisesse. O resultado foi a obra-prima Heaven's Gate (O Portal do Paraíso, no Brasil). A produção e filmagens ocorriam num clima de segredo. O extremo perfeccionismo do diretor dominou a pré-produção e filmagens. Cimino proibiu que produtores e executivos adentrassem o set. Trocou várias equipes de cenógrafos até que conseguisse o resultado desejado, entre várias histórias.

Se artisticamente o resultado foi magnífico, algo que percebemos hoje, pois na época foi mal-recebido pela crítica, do ponto de vista empresarial e financeiro foi um desastre. De um orçamento de 45 milhões de dólares foi arrecadado 1 milhão, levando a United Artists à falência.
O nome de Cimino tornou-se maldito. Um investimento de altíssimo risco. Só voltaria a filmar em 1985, sob rígido controle financeiro e em parte criativo. De qualquer maneira, veio o ótimo Year of the Dragon (O ano do Dragão).






Heaven's Gate aborda os conflitos entre a Associação dos Criadores de Gado, liderados pelo implacável Cantom, e imigrantes poloneses que desejam se estabelecer em várias regiões, entre elas o Wyoming, em 1890. Os latifundiários acusam os imigrantes de roubo de gado e temem agitação política. Elaboram uma lista de 125 colonos a serem mortos. Pistoleiros e mercenários são contratados, sem que o Estado interfira, ou melhor, ele  é corresponsável pela chacina, dando carta branca aos latifundiários.
O ponto central do filme é a iniciativa solitária do xerife James Averill (Kris Kristofferson) em proteger os imigrantes dos barões do gado. Entrementes há o romance entre Averill e Ella Watson, que administra um bordel. Esse amor é disputado pelo pistoleiro Nathan “Nate” Champion (Christopher Walken), que ironicamente é amigo do xerife e trabalha para a Associação dos Criadores de Gado (ele mata um imigrante que havia roubado gado no começo do filme). Entretanto, Nate muda de lado quando percebe que Ella está na lista daqueles a serem assassinados.

Um aspecto importante do filme é a noção de comunidade, de coesão, de celebração. Assim Heaven's Gate começa com a longa sequência das festividades de formatura da turma de 1870 na Universidade de Harvard emCambridge, Massachssets. Após o sisudo discurso do reverendo, o recém-formado Billy Irvine, irreverente, fala das mudanças que o tempo acarreta e a necessidade de termos sonhos e projetos consistentes. Vinte anos depois, encontramos Billy rico fazendeiro e horrorizado com a iniciativa de seus colegas barões do gado. No mesmo hotel reencontra o amigo Averill e o coloca a par da situação. Temos uma cena melancólica num jogo de bilhar, onde os personagens sabem que seus ideais estão fadados ao fracasso. O xerife James, porque seus poderes são limitados e enquanto a Billy, porque é “um escravo de sua casta”, pode ser contrário à matança, porém é sempre voto vencido. De qualquer forma o personagem de John Hurt nos brinda com ótimas tiradas sarcásticos, como uma válvula de escape para sua angústia. Acaba acompanhando a expedição a contragosto.

Outro ponto de união é o salão de festas Heaven's Gate, na cidadezinha dos imigrantes em Wyoming. Palco da célebre sequencia da dança com patins (talvez a marca registrada deste filme lamentavelmente esquecido) e assembléia onde se discutem os rumos da comunidade frente aos acontecimentos tenebrosos que se aproximam.

Desse modo, temos um épico desesperançado, onde a nação foi construída também com desmandos e sangue de inocentes. Melancolia acentuada pela bela partitura de David Mansfield nos créditos iniciais, e os tocantes momentos em que os poloneses carregam seus pertences e mortos pelo campo. Sem esquecer os toques e trocas de olhares do trio principal James, Ella e Nate.








Algumas razões para o fracasso do filme podem ser encontradas na conjuntura política da época. Era o início de tempos conservadores na sociedade norte-americana, o governo de Jimmy Carter arcava com crescente impopularidade, alimentadas pela recessão econômica e a política externa que não agradou o eleitorado. Logo chegaria a era Ronald Reagan e sua agenda neoliberal, que aproveitou bem este clima de insatisfação, com um discurso ufanista e calcado no militarismo. Um discurso voltado para o futuro, e em preto e branco (ou seja bastante maniqueísta). Urgia recuperar a autoestima americana, em baixa desde a Guerra do Vietnã e do escândalo Watergate. Sem em parte da década de 1970, filmes que tocavam em aspectos desconfortáveis da sociedade podiam se comunicar bem com o público e galgar relativo sucesso, no final do decênio a atmosfera mudou. Ao que parece o público se cansou deste tipo de cinema, entre outros fatores. O cinema espetáculo retorna sob novas formas. Heaven's Gate é contemporâneo de Superman II e de Guerra nas Estrelas (ou melhor, O Império Contra Ataca), que revigorou à industria cinematográfica (contribuindo para o predomínio dos blockbusters). De qualquer forma vale ressaltar que muitos filmes comerciais da década de 1980 eram, em termos de roteiro e direção, bem mais consistentes que a maioria da produção atual. Certa nostalgia do cinema (e mesmo produção televisiva) desta época não é gratuita. Mas essa discussão fica para outro momento.

Assim, o filme acabou caindo na incompreensão e esquecimento. A Critica norte-americana foi impiedosa. Os europeus, em especial os franceses, perceberam e destacaram suas qualidades. Aos poucos foi virando cult.

Em 2005 aparece uma versão sem cortes e com a disposição das cenas segundo a concepção do diretor e com a duração original de 219 minutos (convém lembrar que o estúdio impôs uma versão de 149 minutos e com uma montagem distinta), foi apresentada na França e nos EUA em salas selecionadas, com boa aceitação do público. Isabelle Hupert, por exemplo, apresentou uma exibição no Museu de Arte Moderna, em New York.


Legendas:
https://www.opensubtitles.org/pb/search/sublanguageid-pob,por/idmovie-6549





Ficha Técnica:

Direção: Michael Cimino
Roteiro: Michael Cimino
Produção: Joann Carelli;Denis O'Dell;Charles Okun;William Reynolds
Música: David Mansfield
Fotografia: Vilmos Zsigmond
Desenho de Produção: Tambi Larsen
Direção de Arte: Spencer Deverell; Maurice Fowler
Figurino: J. Allen Highfill
Edição: Lisa Fruchtman; Gerald B. Greenberg; William Reynolds; Tom Rolf.
Elenco:
Kris Kristofferson James Averill
Christopher Walken Nathan D. Champion
Isabelle Huppert Ella Watson
Jeff Bridges John L. Bridges
John Hurt Billy Irvine
Sam Waterston Frank Canton
Brad Dourif Mr. Eggleston
Richard Masur Cully
Joseph Cotten The Reverend Doctor
Ronnie Hawkins Major Wolcott
Paul Koslo Mayor Charlie Lezak
Margaret Benczak Mrs. Eggleston
Jim Knobeloch Kopestansky
Erika Petersen Mrs. Kopestonsky
Gordana Rashovich Mrs. Kovach